Neste artigo, você vai saber quais são as vogais, as semivogais e as consoantes. Além disso, vai entender a diferença entre uma vogal e uma semivogal. E você que gosta dos conteúdos do site Gramática da língua portuguesa, conheça também os livros de seu autor. É só clicar aqui.

Quais são as vogais, semivogais e consoantes?

O que é uma vogal?

A vogal é um fonema, de caráter vibrante, que é pronunciado sem obstáculos. Produzido pela vibração das cordas vocais, é um fonema sonoro que passa livremente pela boca. As vogais são representadas pelas seguintes letras: a, e, i, o, u.

O que é uma semivogal?

A semivogal é um fonema átono, que depende de uma vogal para existir, pois a vogal é o principal elemento de uma sílaba. Portanto, a semivogal só atua em companhia de uma vogal. As semivogais podem ser representadas pelas seguintes letras: e, i, o, u.

Veja estes exemplos:

Ele sai cedo todos os dias.

Nesse enunciado, a palavra “sai” é composta pela vogal “a” e a semivogal “i”. Afinal, não é possível pronunciar o “i” separadamente da vogal.

Agora observe este outro exemplo:

Eu saí cedo todos os dias.

Nesse caso, temos duas vogais, isto é, “a” e “i”. Elas são pronunciadas de forma independente. Tanto é que estão localizadas em sílabas diferentes: “sa-í”.

O mesmo ocorre com “pau” e “baú”. No primeiro vocábulo, o “u” é semivogal. Já no segundo, ele é uma vogal.

Já as letras “e” e “o” podem se comportar como semivogal caso elas tenham o som, respectivamente, de “i” e “u”. Por exemplo, os termos “cães” (cãis) e “mágoa” (mágua).

O que é uma consoante?

Ao contrário da vogal, a consoante é um fonema que, ao ser pronunciado, encontra obstáculos, como os lábios, dentes e a língua, de forma que o ar não passa livremente pela cavidade bucal. As consoantes são representadas pelas seguintes letras: b, c, d, f, g, h, j, k, l, m, n, p, q, r, s, t, v, w, x, y, z.

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Referências

CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 49. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2020.

NICOLA, José de; INFANTE, Ulisses. Gramática contemporânea da língua portuguesa. 15. ed. São Paulo: Scipione, 1999.

Este artigo foi escrito por: Warley Matias de Souza.